
Uma terapia para mulheres que desejam viver com mais verdade, presença e liberdade.
Psicoterapia baseada em evidências para quem busca compreender seus padrões com mais clareza, atravessar o sofrimento emocional com mais consciência e construir uma vida mais coerente com quem é e com o que faz sentido para si.
Minha abordagem
Meu trabalho clínico é orientado pela Análise do Comportamento e pela Terapia de Aceitação e Compromisso (ACT), abordagens contemporâneas da psicologia baseadas em evidências científicas.
Mais do que oferecer interpretações prontas ou respostas genéricas, essa forma de trabalhar busca compreender, com profundidade, como certos padrões foram sendo construídos ao longo da vida, em que contextos se mantêm e de que maneira continuam influenciando a forma como você sente, pensa, se relaciona e age hoje.
Na prática, isso significa um processo terapêutico em que o sofrimento não é tratado de forma superficial, moralizante ou apressada. O que me interessa é compreender a função daquilo que você vive — e não apenas a aparência do problema.
Muitas vezes, isso envolve olhar com cuidado para repetições que parecem difíceis de interromper: a autocobrança constante, a dificuldade de colocar limites, a necessidade de dar conta de tudo, o medo de desagradar, a ansiedade que não desacelera, a culpa, o silêncio, o excesso de adaptação ou a sensação de estar distante de si mesma.
Esse trabalho acontece em um espaço de escuta não punitiva, com interesse genuíno pela sua experiência, validação do que você sente e liberdade para se expressar sem censura. Para mim, isso é essencial: antes de qualquer mudança, é importante que a pessoa possa se perceber em um ambiente seguro, respeitoso e emocionalmente confiável.
Como essa abordagem se traduz no processo terapêutico
Na Análise do Comportamento, buscamos compreender os comportamentos em contexto. Isso significa olhar para o que acontece antes, durante e depois de determinadas experiências, reconhecendo padrões que se repetem e tentando entender o que os mantém ao longo do tempo.
Esse olhar ajuda a construir clareza sobre a própria história e sobre formas de funcionamento que, muitas vezes, já se tornaram automáticas. Em vez de reforçar culpa ou dureza interna, o processo favorece uma compreensão mais cuidadosa, precisa e honesta do que está acontecendo.
A ACT amplia esse trabalho ao ajudar a desenvolver uma relação mais flexível com pensamentos e emoções difíceis. Em vez de viver em luta constante com o que sente, tentando controlar tudo ou se afastar da própria experiência, a proposta é aprender a abrir espaço para o que existe, com mais consciência, presença e escolha.
Ao longo do processo, também podem ser utilizados recursos como mindfulness, estratégias de observação da experiência no momento em que ela acontece, metáforas clínicas e exercícios voltados ao fortalecimento de habilidades relacionais — especialmente quando é importante desenvolver mais assertividade, clareza na expressão de sentimentos, limites e formas mais consistentes de se posicionar nas relações.
O que pode ser desenvolvido ao longo da terapia
A psicoterapia, nessa perspectiva, não busca apenas aliviar sintomas. Ela também pode favorecer aprendizados importantes para a vida emocional e relacional.
Consciência e clareza
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perceber padrões que se repetem;
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reconhecer gatilhos, contextos e sinais de sobrecarga;
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compreender melhor pensamentos, emoções e necessidades;
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identificar formas automáticas de reagir, se proteger ou se adaptar;
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desenvolver mais presença na própria experiência.
Relação com pensamentos e emoções
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observar pensamentos com mais distanciamento, sem tratá-los imediatamente como verdades;
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lidar com emoções difíceis com mais abertura e menos esquiva;
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reduzir autocrítica, culpa excessiva e rigidez interna;
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nomear com mais clareza aquilo que sente;
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desenvolver uma relação mais cuidadosa e compassiva consigo mesma.
Autocuidado, limites e ação
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fortalecer a capacidade de se posicionar com mais clareza;
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expressar sentimentos e necessidades de forma mais assertiva;
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sustentar conversas difíceis com mais presença;
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construir limites mais saudáveis nas relações;
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fazer escolhas mais coerentes com valores, necessidades e sentido de vida.
Uma forma de trabalho ética, individualizada e profundamente humana
Cada processo terapêutico é único. Por isso, minha forma de trabalhar não se apoia em fórmulas prontas, conselhos rápidos ou tentativas de encaixar a pessoa em uma explicação simplificada sobre si mesma.
O que procuro construir é uma psicoterapia ética, acolhedora e tecnicamente consistente, em que seja possível compreender a própria história com mais clareza, desenvolver autonomia emocional e construir mudanças possíveis, profundas e sustentáveis.
Se você busca uma terapia com base em evidências, mas também com sensibilidade, profundidade e respeito à complexidade do que vive, talvez essa forma de trabalho faça sentido para você.

